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domingo, março 23, 2014

CONGRESSO BRASILEIRO DAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE

Congresso vai reunir microempresários de todo o Brasil em Pernambuco

No próximo dia 3 acontece o XIX Congresso Brasileiro de Micro e Pequenas Empresas e o XV Congresso Estadual de Micro e Pequenas empresas de Pernambuco. No dia 3 de abril, o evento tem lugar no Teatro Guararapes, Centro de Convenções de Pernambuco. No dia 4 de abril a programação segue no Hotel Jangadeiro, em Boa Viagem, e é fechada para lideranças ligadas aos SistemaCOMICRO/FEMICRO/AMICRO. 


 José Tarcísio da Silva - Pres. COMICRO

Segundo o presidente da COMICRO, José Tarcísio da Silva, o XIX Congresso trará reflexões sobre os avanços e os desafios a serem enfrentados, principalmente num momento de grandes oportunidades. “Para que essas oportunidades se tornem realidade é preciso que haja apoio, divulgação e maior aproximação e conhecimento destes empresários dos benefícios que a lei lhes oferta.” O XIX Congresso fará homenagem à políticos, que fizeram parte da Frente Parlamentar Mista das Micro e Pequenas Empresas, por sua determinante ação na promoção dos interesses do segmento que é o de maior capacidade de inclusão econômica e social do país. Na programação, assuntos como os sete anos da Lei Geral das MPEs, ações transformadoras para os pequenos negócios, a revolução do empreendedorismo individual no Brasil e a Inclusão Empreendedora de Jovens. Palestrantes de peso estarão presentes no evento, entre eles, o Senador Armando Monteiro Neto (PTB/PE), o Ministro-Chefe da Secretaria da Micro e Pequena Empresa Guilherme Afif Domingos e o Gerente de Políticas Públicas do Sebrae/NA, Bruno Quick. 

Ministro Afif Domingos estará no Recife para palestrar em Congresso da Microempresa

O ministro Guilherme Afif Domingos estará no Recife, no dia 3 de abril, para realizar palestra no XIX Congresso Brasileiro de Micro e Pequenas Empresas e XV Congresso Estadual de Micro e Pequenas empresas de Pernambuco, sobre ‘Proposta de Ações Transformadoras para as Microempresas’.


"Steve Jobs disse que fazer o simples é muito complexo e fazer o complexo é simples, é só não pensar. A burocracia no Brasil não pensa. " Essa é a opinião do ministro da Micro e Pequena Empresa da Presidência da República, Guilherme Afif Domingos. Para o ministro, existem ações transformadoras que são fundamentais para o desenvolvimento dos pequenos negócios no Brasil: desoneração tributária, e a desburocratização da abertura e fechamento de empresas. Só assim, segundo ele, será possível dar competitividade aos pequenos empreendedores, com a ampliação de mercados, redução de custos e aumento da lucratividade.

Senador Amando Monteiro confirma presença no congresso da Microempresa para falar sobre os 7 anos da Lei Geral das MPEs

O senador Armando Monteiro Neto (PTB/PE) estará no XIX Congresso Brasileiro de Micro e Pequenas Empresas e XV Congresso Estadual de Micro e Pequenas empresas de Pernambuco, no dia 3 de abril, para palestrar sobre os sete anos de vigência da Lei Geral das MPEs.


A Lei Geral das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte foi instituída em 14 de dezembro de 2006 (Lei Complementar Federal 123/2006) para regulamentar o disposto na Constituição Brasileira, que prevê o tratamento diferenciado e favorecido à microempresa e à empresa de pequeno porte. A Lei Geral uniformizou o conceito de Micro e Pequena Empresa ao enquadrá-las com base em sua receita bruta anual. A Microempresa deve ter a receita bruta igual ou inferior a R$ 360.000,00. Se a receita bruta anual for superior a R$ 360.000,00 e igual ou inferior é R$ 3.600.000,00, a sociedade será enquadrada como Empresa de Pequeno Porte. Estes valores referem-se a receitas obtidas no mercado nacional. Também foi criado o Microempreendedor Individual, que é pessoa que trabalha por conta própria e se legaliza como pequeno empresário optante pelo Simples Nacional, com receita bruta anual de até R$ 60.000,00. O Microempreendedor pode possuir um único empregado e não pode ser sócio ou titular de outra empresa.
Projeto modifica a lei
O relatório final dos projetos que modificam o Estatuto da Micro e Pequena Empresa foi aprovado, por unanimidade, no último dia 11 de dezembro, na comissão especial criada pela Câmara dos Deputados para analisar a matéria. As modificações são muito positivas para os empreendedores brasileiros. e focam na desburocratização e fomento dos pequenos negócios. O texto aprovado é o substitutivo do relator, deputado Cláudio Puty (PT-PA), aos Projetos de Lei Complementar 221/12 e 237/12. Com a aprovação na comissão especial, a proposta segue agora para votação no Plenário da Câmara, possivelmente, ainda em 2014.
Gerente de Políticas Públicas no Sebrae/NA, Bruno Quick, estará no Congresso da Microempresa para falar sobre a revolução do empreendedorismo individual

O Gerente de Políticas Públicas no Sebrae Nacional, Bruno Quick, estará no XIX Congresso Brasileiro de Micro e Pequenas Empresas e XV Congresso Estadual de Micro e Pequenas empresas de Pernambuco para realizar palestra sobre a revolução dos MEIs no Brasil.


Uma revolução silenciosa tem transformado a vida de milhões de pequenos empreendedores que não tinham condições de formalizar seus negócios. Microempreendedor Individual (MEI) é a pessoa que trabalha por conta própria e que se legaliza como pequeno empresário. Para ser um microempreendedor individual, é necessário faturar no máximo até R$ 60.000,00 por ano e não ter participação em outra empresa como sócio ou titular. Os números são impressionantes, até 2015, o Brasil poderá ter quatro milhões de empreendedores individuais, alta de 37% ao ano, segundo Bruno Quick, gerente de Unidade de Políticas Públicas do Sebrae. Pesquisa do Sebrae aponta que 87% dos chamados MEIs desejam ampliar seus negócios e se tornar microempresários nos próximos anos, o que traz um potencial relevante tanto de geração de empregos, quanto de investimento na economia. “Em 2015, se chegarmos a quatro milhões de empreendedores, imaginemos que um milhão deles queira aumentar seus negócios e, para isso, contrate uma pessoa a mais. Teríamos um milhão de empregos gerados por esse público”, disse. Quick estimou que, se um em quatro empreendedores investisse R$ 1 mil para expandir sua atuação, poderia ser aplicado R$ 1 bilhão via esses empresários.
Pequenos empreendedores levam a recorde na criação de empresas em janeiro
O número de empresas criadas em janeiro deste ano – 160.348 empreendimentos – representou aumento de 8% sobre igual mês do ano passado, quando foram sido abertas 147.337companhias. O volume foi o maior já registrado na comparação entre empreendimentos abertos nos meses de janeiro desde 2010, informou o Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas. Economistas da Serasa Experian atribuem o crescimento à formalização dos negócios no Brasil, puxada pelos microempreendedores individuais. Do total de empresas abertas, 74,2% são do grupo microempreendedores individuais, que registrou 119.019 processos de criação, com crescimento de 18,8% sobre janeiro do ano passado. 

Jovens brasileiros cada vez mais empreendedores

O jovem publicitário e dono da Plugcitários, Erickson Monteiro, estará no XIX Congresso Brasileiro de Micro e Pequenas Empresas e XV Congresso Estadual de Micro e Pequenas empresas de Pernambuco para realizar palestra sobre a inclusão empreendedora de Jovens. 


Eles têm segurança para arriscar, lembram vagamente o que é inflação, cresceram em meio às mais importantes inovações tecnológicas e em um mundo já cheio de mudanças sociais e entram no mercado sem a intenção de serem subordinados, mas de criar seus próprios negócios. São os jovens que lideram o ranking de empreendedores iniciais no Brasil, deixando de lado empregos vistos como ideais durante muito tempo — seguros e estáveis, em concursos públicos ou com carteira assinada — para investir em projetos com foco em maior qualidade de vida e realização profissional.  Conforme a pesquisa Global Entrepeneurship Monitor (GEM) 2013, realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) em parceria com o Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP), a faixa etária na qual se observa a maior frequência de empreendedores iniciais é a de 25 a 34 anos (21,9%). Aqueles entre 18 e 24 anos também têm papel importante no ranking e foram responsáveis pela criação de 16,2% das empresas no País no passado. A faixa etária classificada como juventude é razoavelmente subjetiva. A Organização das Nações Unidas (ONU) entende por jovens aqueles entre 15 e 24 anos. Já o Estatuto da Juventude brasileiro encara como população jovem indivíduos entre 15 e 29 anos. Fato é que a chamada Geração Y – pessoas nascidas a partir de 1978 até o final dos anos 1990 –, vista como individualista e comodista, vem mostrando que tem outros lados. A solução encontrada por muitos para se desenvolver de acordo com seus anseios é criar o próprio modelo de negócio, com gestão focada naquilo em que acreditam. 

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Karina Rocha : comunicacao@comicro.org.br 

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