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quarta-feira, março 27, 2013

FEIRA DO EMPREENDEDOR EM IMPERATRIZ

Sebrae apresenta Feira do Empreendedor à empresários de Imperatriz

Em sua primeira edição fora de São Luis, a feira será realizada entre os dias 6 e 9 de novembro no Centro de Convenções de Imperatriz.

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), apresentou na noite de ontem (26), a 7ª edição da Feira do Empreendedor aos empresários de Imperatriz e Região Tocantina. O intuito da apresentação foi garantir parceiros e patrocinadores para o evento. A feira, que pela primeira vez é realizado fora da capital, deve reunir 15 mil pessoas, capacitar 8 mil e oferecer orientações empresariais a 2 mil pessoas. A feira vai acontecer entre os dias 6 e 9 de novembro no Centro de Convenções de Imperatriz.
“A partir de agora teremos 45 dias para as reuniões estratégicas e visitas a classe empresarial e potenciais parceiros do evento para garantirmos os recursos necessários para a realização do evento”, destacou o coordenador da feira, Walter Monteiro.
Com o tema “Ideias que transformam”, a feira, este ano, tem como objetivo gerar oportunidades para a abertura de novos negócios, a ampliação e a inovação nas empresas, aproximando o mundo do empreendedorismo àqueles que procuram ideias que transformem seus negócios. O público alvo do evento são empreendedores, empresários, futuros empreendedores de pequenos negócios e parceiros interessados no desenvolvimento, por meio, do empreendedorismo.
Na programação será oferecida uma vasta programação de capacitação, qualificação e disseminação do conhecimento com temas voltados aos diversos segmentos dos pequenos negócios, focados no fortalecimento do empreendedorismo, da gestão e inovação, considerando o perfil socioeconômico e cultural da região. Além disso, a feira deve aprimorar o relacionamento dos empreendedores com a classe empresarial e parceiros locais, oferecer oportunidades de negócios e a ampliação do cadastro de fornecedores e parceiros.
Para o diretor técnico do Sebrae no Maranhão, José Moraes, foi desafio trazer a feira para o interior do estado, mas “é um projeto que nós temos a convicção de, assim como as boas repostas que tivemos com o Encontro Nordestino de Leite e Derivados (Enel), teremos com a Feira do Empreendedor. É um evento que vai trazer ideias para a geração de emprego e renda para a região”, disse.
“O Sebrae está valorizando a nossa cidade com esses eventos. E vocês (os empresários) são testemunhas de quanto a nossa cidade cresce. Essa feira veio no momento certo, porque muitos pequenos empreendimentos estão surgindo no centro e nos bairros de Imperatriz e carecem de informações que o Sebrae pode fornecer”, destacou o presidente da Associação Comercial e Industrial da Imperatriz, Euclides Viêra.
A Região
O principais motivos da realização da Feira do Empreendedor em Imperatriz são os números e o desenvolvimento apresentados pela cidade. Atualmente, Imperatriz e região são responsáveis por 20% da população e 23,3% do PIB do Estado e vivem a instalação de vários investimentos que contribuem para a aceleração do crescimento, criando diversas cadeias de negócios e de serviços.
A região abriga 29% das empresas formais do Estado, e tem o Produto Interno Bruto (PIB), composto, principalmente, por: comércio e serviços com 64% e agropecuária representa 20%. Alta demanda no setor de serviços e formalização de empreendimentos individuais somados ao forte protagonismo da governança local, também, influenciaram na escola de Imperatriz.
Palestra
Após a apresentação da feira, foi realizada uma palestra com o consultor do Sebrae em empreendedorismo e no desenvolvimento de metodologias para capacitação empreendedora, Cláudio Forner. Com o tema “Ideias que Transforma”, a o consultor destacou a importância das boas ideias e apresentou os desafios no desenvolvimento dessas ideias que transformam, como o gerenciamento de pessoas, a simplicidades, a raridade, a percepção de ambiente, o foco, a experiência, dentre outros.
Fonte: http://imirante.globo.com

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domingo, março 24, 2013

Empreendedor do Carrinho de frete

“Minha vida inteira foi trabalhando em roça, hoje tenho um carrinho de frete”.
23/03/2013 - Hemerson Pinto

Sentado em um carrinho de mão, o homem de 75 anos observa o vai e vem de pessoas na Rua Aquiles Lisboa, no Mercadinho. Sob um sol que chega a arder na pele, seu Diomar Martins dos Santos parece sentir-se à vontade. Não reclama do calor, nem utiliza algo para abanar-se, como algumas pessoas que estavam por perto.

A temperatura elevada dos dias atuais não é motivo de incômodo para quem enfrenta a dura rotina de quem necessita trabalhar. No caso dele, pega no batente todos os dias, tanto para ganhar um extra, quanto para não ficar em casa parado. “Na minha idade, se a pessoa se conformar em ficar parado dentro de casa, chega ao fim da vida ainda mais ligeiro. Tem que se mexer, fazer alguma coisa para se movimentar, agitar o corpo. Ficar parado não é comigo não”.

Diomar foi criado sem a mãe, que morreu quando ele tinha apenas dez anos de idade. Sob os cuidados do pai, ele e os irmãos cresceram e tomaram seus rumos. “Mas com dez anos, eu e meu irmão mais velho tínhamos que trabalhar para sustentar os mais novos”.

Natural de Presidente Dutra, no Maranhão, Diomar também morou nos municípios de Barra do Corda e Buriti Bravo, ambos maranhenses.No último, permaneceu por exatos 19 anos. Viu que era hora de embarcar rumo à Imperatriz, cidade que crescia e era falada pelos confins do Maranhão e em outros estados.

Entrou em Imperatriz pela primeira vez há 19 anos. Nunca mais pensou em sair. E olha que para se convencer de que a mudança seria a melhor escolha, Diomar levou dois anos. Durante todo esse tempo, os filhos que já moravam em Imperatriz fizeram vários convites. “Eu queria ficar lá no meu lugarzinho, sem mexer com ninguém, mas depois que cheguei, acho aqui muito bom”. 
Pai de oito filhos, seu Diomar descobriu depois de algum tempo que na cidade fazer fretes é um bom negócio. “Mesmo se for um dia ruim de pegar frete ainda compensa, porque a gente pelo menos pode ficar olhando esse movimento todo. É um trabalho que faz eu conversar com muita gente, conhecer outras pessoas”. 
Morador do Parque Santa Lúcia, seu Diomar chega ao Mercadinho todos os dias, por volta de 6h da manhã. Com o carrinho de mão ele leva mercadorias, geralmente de donas de casa, até suas residências. Também aceita encomenda para levar compras até o Porto da Balsa. “Já carreguei até de 120 kg. Hoje não faço mais isso não”. 

Fonte: http://www.jornalcorreiopopular.com

Empreendedor do Sebo

“Não existe cultura inútil. E existe: aquela que te incita para o mal’’
26/01/2013 - Hemerson Pinto






















No cantinho da barraca armada em frente ao Fórum Henrique de La Roque, em Imperatriz, Antônio da Silva Lima fica a maior parte do tempo sentado, a esperar clientes interessados nos produtos que negocia. Enquanto eles não chegam, vale a pena mexer no aparelho celular ou mesmo, fazer um esforço para vencer – com ajuda dos óculos – a miopia e observar a movimentação da Rua Rui Barbosa. 

‘’Atualmente não venho todos os dias, porque também preciso ficar perto da minha mãe. Mas quando venho fica aqui, sentado, ou levanto de vez em quando para arrumar alguma coisa, leio, gosto daqui’’.
Sebo foi o apelido que Antônio ganhou, tão logo iniciado no ramo de venda, compra e troca de livros e revistas usadas. ‘’Entre outros apelidos passaram a me chamar de Sebo, fiquei conhecido assim’’, explica o homem de 43 anos, que antes de montar naquele local a banca de livros e revistas antigas, trabalhou com um amigo no mesmo ramo.
“Na época que trabalhei com ele, o Moisés (personagem que já foi mostrado no Aqui Imperatriz), fiquei conhecido e fui convidado para trabalhar numa banca de revistas novas. Aceitei, fiquei dois anos’’.

Depois das duas primeiras experiências profissionais exercidas por Sebo em Imperatriz, desde que chegou, em 1995, ele conseguiu montar o próprio negócio. ‘’Ali na Getúlio Vargas, onde já funcionou o Cine Marabá. Não deu certo, mudei para a Antônio de Miranda, em um canto do Camelódromo. A estrutura do local era muito ruim. Levei o sebo para a Praça União, mas achei que ficava muito distante da casa da minha mãe e isolado para a clientela’’.
Durante um período, Sebo ficou longe das atividades por enfrentar problemas de saúde. Quando retornou, escolheu o local onde está até hoje. ‘’Um local movimentado, mais perto de casa e onde fica fácil as pessoas encontrarem’’ e possibilitar vendedor manter a atividade que o sustenta há alguns anos, com o Sebo Tradição.
Natural de Oeiras-PI, veio com a mãe e irmão visitar e ficar por dois meses no povoado Olho D’Água do Coco, no vizinho estado do Tocantins. Antes de sair do Piauí para o Maranhão, Sebo, que ainda era Antônio, trabalhava enrolando cadeiras de macarrão e pintando portões.

‘’Muito melhor hoje, trabalhando com cultura. Há quem diga que é uma cultura inútil, mas não é. Cultura inútil é aquela que te incita para o mal’’. E encerra a conversa levantando e procurando a pose melhor para a foto da coluna.

Literatura, romances, revistas. ‘’Compro, vendo, troco. Tenho um público, mas nesse ramo, se não tem, se faz um público. Tenho muitos clientes que são colecionadores. Isso é um hobby, mexe com a imaginação, é realidade, é fantasia’’.

Fonte: http://www.jornalcorreiopopular.com

Empreendedor O inventor

“Sempre tive uma vida sofrida. Hoje sou inteligente, sem ter frequentado a escola”.
23/02/2013 - Hemerson Pinto

























O menino que tinha nove irmãos viu, após a morte do pai, a mãe o entregar juntamente com um dos irmãos, aos padrinhos. Criado na roça, sofreu e apanhou quase todos os dias até os 17 anos, quando resolveu deixar o que considerou escravidão. O motivo que levou o menino a tanto sofrimento, nosso personagem explica no livro ‘Vida Real: Testemunho Real’, um dos trabalhos do homem de 48 anos que, além de escritor, é lanterneiro e, principalmente, inventor.

Hilton Rocha é natural de Carolina-MA. Casado pela segunda vez, tem três filhos do primeiro casamento. “tenho o prazer de revelar a sua capacidade teórica, como o maior inventor do estado”, apesar de nunca ter estudado além das séries iniciais, nem mesmo ter alcançado os primeiros anos do primário, hoje Ensino Fundamental.

“Fui criado no interior do estado, na roça, como escravo, por um homem que nunca teve filho homem, muito menos sabia criar um filho como um ser humano. Hoje, pretendo ir para o livro dos recordes como o homem mais inteligente dos últimos tempos, sendo um grande inventor tecnológico e fabricante de aparelhos elétricos, dos mais diferentes modelos e de muita precisão”. 

Entre as criações de Hilton, estão o cofre elétrico, o alarme para a residência, alarmes para automóvel com dispositivo antifurto, ou seja: além de disparar o alarme, o carro trava as rodas “e não tem quem faça ele sair do lugar”, lembrando que tem um cliente usando esse serviço em Imperatriz. 

“O cofre elétrico vai garantir a segurança em bancos, casas lotéricas e comércios. Em Imperatriz, instalei um desses numa casa lotérica. Depois de instalado e em funcionamento, não tem quem consiga encontrar o lugar onde está o dinheiro. É da minha empresa, Orplex. Tenho o retardo para cofres programando as fechaduras e o cofre mágico com suporte para computador, esse está patenteado e disponível no Mercado Livre”.

O mais difícil para Hilton, é conseguir a confiança até mesmo para mostrar o trabalho que sabe fazer. “Gostaria que os bancos, por exemplo, abrissem linha de crédito para minha empresa, investindo na estrutura e gerando emprego e renda para o município, levando para o mundo o nome de Imperatriz”.

Como as invenções ainda não rende o que Hilton precisa para manter a família, o inventor exerce o trabalho de lanterneiro, na oficina onde trabalha e mora. A profissão é desempenhada por ele desde os 25 anos de idade. “De Teresina (PI) a São Paulo (SP), tem carros, principalmente caminhões da Mercedes pintados por mim, [o que foi feito] quando trabalhei na fábrica da empresa em São Paulo”. 

Fonte: http://www.jornalcorreiopopular.com 

Empreendedor Paraíba, o do Brasão

"Alô freguês, aquele abraço!”
22/02/2013 - Hemerson Pinto

É o trecho mais compreensivo do texto curto e rápido que ficou conhecido na cidade de Imperatriz e, pelo Rádio nos municípios vizinhos, sempre finalizado com uma gargalhada alta e esticada, que parece querer tirar o fôlego de Luis Gonzaga de Jesus. Ele é o ‘Paraíba’, proprietário do restaurante O Brasão.

Firme na conversa, rápido nas respostas, Luis Gonzaga afirma que isso é algo natural, que trouxe de berço da terra natal, João Pessoa, capital da Paraíba. Na cidade onde nasceu, viveu apenas 24 anos. Foi gari, frentistas, camelô, quase ao mesmo tempo em que trabalhava como braseiro, assando frango e outros tipos de carne. 

Imperatriz não estava nos planos, mas não precisava. Aqui, parecia mesmo existir uma oportunidade esperando por ele, que apesar da pouca idade, era casado e tinha uma filha. Hoje, aos 56 anos, sabe que não deveria mesmo ter recusado o convite de mudar para a cidadezinha que crescia e se mostrava no interior do Maranhão.

“Foi em 1981, eu tinha 24 anos, casado e tinha uma filha. Um cara me tentou trazer de todo jeito e eu não queria vim. De última hora resolvi vim com ele, foi a melhor coisa que fiz na minha vida. Na Paraíba eu era gari, frentista, camelô, era tudo. Nunca cresci. Cheguei aqui, e quatro anos depois alguém me deu uma oportunidade. Nunca joguei fora. Hoje é o Brasão Restaurante”.

O primeiro pontapé para a existência do próprio negócio do ‘Paraíba’, foi dado por um empresário, que nosso personagem faz questão de revelar: “O Mauro, do Posto Planalto. Um cara fantástico, que me mostrou o melhor caminho para a vida. Jesus, é ele mesmo”.

‘Paraíba’ também não esqueceu quem insistiu tanto para que viesse à Imperatriz: “E quem me trouxe para Imperatriz foi José Fernandes Dantas”, hoje Secretário de Agricultura de Imperatriz. “Eu trabalhava com ele lá. Como braseiro, eu era bom”.

Em 1982 ‘Paraíba’ montou O Braseiro, onde oferecia diariamente: “feijão tropeiro, galinha caipira, frango assado, costela de porco e o ‘pau comia’”. Era na Avenida Bernardo Sayão, esquina com Rua Piauí. “No começo eram dois funcionários, hoje são 17”. 

Com a profissão que trouxe do estado da Paraíba, o ‘Paraíba’ sustenta a família. Além da esposa e dos três filhos, Luis destaca o que considera outras felicidades, como a religião (católico) e a Sociedade Imperatriz de Desportos, o Cavalo de Aço.

Fonte: http://www.jornalcorreiopopular.com 

Empreendedor na Oficina

“Vim em busca de um sonho, tive um pesadelo”.
02/03/2013 - Hemerson Pinto


Esse foi o pensamento do jovem empreendedor que, após a morte do pai, deixou a terra natal e veio para Imperatriz com a intenção de arrumar dinheiro e mandar para a mãe. Natural de Santa Luzia do Paruá-MA, Francisco das Chagas Sousa Alencar ficou decepcionado após trabalhar três meses sem receber um centavo sequer. “E era serviço pesado, de estivador no Mercadinho, carregando cimento”. 


Quando se passaram os noventa dias e Francisco não viu nem a cor do dinheiro, bateu a tristeza. Como se não bastasse, precisava morar de favor. Foi assim durante algum tempo. O que o destino havia preparado para o rapaz estava exatamente em uma das residências na qual foi recebido como hóspede. 

“O dono era tapeceiro e sapateiro. Comecei a trabalhar ali com ele, e pensava: meu Deus, eu sair da casa da minha mãe para vir trabalhar numa sapataria! Ficava triste com isso, mas foi onde aprendi minha profissão. Era a oportunidade que havia cruzado meu caminho e não estava enxergando”.

Quando se deu conta, não perdeu mais tempo. Mexia daqui, em outro material ali, e começava a aprender os segredos de um bom sapateiro. Um dia, sem pensar que uma bíblia encapada com um pedaço de napa faria tanta diferença, Francisco reformou seu próprio livro sagrado. Quando saiu dias depois para cortar o cabelo, levou a bíblia para mostrar ao cabeleireiro. A aprovação foi imediata. “Ele achou bonito e pediu para que fizesse o mesmo com a dele”. 

A partir daí, estava esclarecido: Francisco ainda faria sucesso com as bíblias encapadas. Começou a receber mais encomendas. Pensou mais alto e começou a frequentar as festas realizadas pelas igrejas evangélicas em Imperatriz. Religioso desde os 16 anos, Francisco ganhou a simpatia do público religioso e, durante algum tempo, carregou a barraquinha de um lado para o outro, anunciando o mais novo serviço: reforma de bíblias.

Com um amigo e ex-cunhado, que morreu em acidente no ano passado, Francisco dividiu a sociedade da Casa da Bíblia. “Ele ganhava na venda da bíblia e eu na reforma”. Hoje, ele reforma, no próprio negócio, bíblias, bolsas, calçados, capacetes e uma variedade em produtos. É casado e aguarda a chegada do primeiro filho. “Deus é bom, de dentro de uma sapataria ele me deu uma profissão, e eu menosprezava”.

Francisco também foi aprovado em um concurso público no município de Imperatriz. Ele e a esposa são líderes de um movimento de casais na igreja que frequentam. Quanto à oficina: “É uma proposta diferente. Não tem cara de sapataria, não tem aquela bagunça, não existe aquela de que o sapateiro não anotou teu serviço nem teu número. Quando termino o serviço, eu ligo pra pessoa e comunico” e ainda pretende expandir o alcance do trabalho pelas redes sociais. 

Fonte: http://www.jornalcorreiopopular.com 

Sebrae promove reunião para alinhamento e parcerias com o mercado de beleza

O mercado da beleza em imperatriz cresce em média de 60% ao ano.
22/03/2013 - Welbert Queiroz





Na tarde desta quinta-feira (21), o SEBRAE realizou palestra destinada aos distribuidores e representantes de linhas de produtos profissionais de salões de beleza para a apresentação das ações e propostas de parcerias para 2013. A reunião de apresentação para o amadurecimento de ideias contou com a participação em média de 35 representantes de marcas de cosméticos, além de micros empreendedores do ramo de beleza da cidade.

Este é o primeiro encontro de alinhamento e parcerias entre Imperatriz e Açailândia e teve como objetivo estreitar laços com fornecedores e democratizar oportunidades. “Aproveitaremos esta reunião com os distribuidores e representantes de produtos e cosméticos para apresentarmos projetos e serviços do setor de beleza por parte do SEBRAE e para estarmos trabalhando em parceria. Proveremos assim oficinas técnicas onde eles apresentarão seus produtos e formas de aplicação adequada para maior satisfação dos clientes”, afirmou Aline Maracaípe, gestora do SEBRAE de Imperatriz.

O evento também visa fortalecer o segmento, associações, bem como parcerias e a implantação de novas tecnologias. “Hoje temos na cidade uma grande quantidade de distribuidoras e poucas se conhecem, então essa reunião além de ser uma forma de conhecer e favorecer o crescimento da categoria em Imperatriz”, afirmou Oneide Aquiar, representante da Associação de Cabeleireiros de Imperatriz.

No Brasil 50% do mercado é formado por micro e pequenas empresas, o que contabiliza aproximadamente 7 milhões de pequenos negócios. Os recursos a serem investidos em cada projeto em 2013 custarão cerca de R$ 200 mil. “Teremos então quatro anos de 2013 a 2016 para o projeto ser trabalhado. Como a maioria dos empreendedores se concentra em Imperatriz, fizemos essa reunião em loco na cidade agregando os dois projetos dos municípios”, disse a gestora Aline Maracaípe.

O faturamento deste ramo de beleza em empresas individuais pode chegar até R$ 60 mil, mas quase 90% desses empreendimentos operam de maneira informal. Este ano serão realizados de 12 cursos, 447 consultorias e 8 palestras. Oneide 
Aquiar, representante da Associação de Cabeleireiros de Imperatriz ainda aproveita para antecipar os próximos eventos do ramo de beleza a serem realizados na cidade. “Teremos a feira de beleza no mês de junho e vem também a feira do empreendedor no mês de novembro”, concluiu.

Participaram ainda da apresentação Flávia Nadles, gestora do SEBRAE em Açailândia, e o Gestor de Projetos, Marcus Chagas.
O mercado da beleza em imperatriz cresce em média de 60% ao ano.

Fonte: http://www.jornalcorreiopopular.com 

quinta-feira, março 14, 2013

A HISTORIA DAS COISAS: A VERDADE SOBRE NOSSO MODO DE VIDA

Reunião de entidades com sala do empreeendedor

Foi um sucesso a reunião da sala do empreendedor e entidades ligadas ao desenvolvimento das microempresas da cidade de Imperatriz. o evento foi realizado nas instalações do SEBRAE  e contou com a presença dos Bancos Governamentais, entidades de classe e ainda representantes do governo Municipal.







Palestra Microcrédito Produtivo Orientado Banco do Brasil

Foi realizado no ultimo dia 13 de Março de 2013 na sede da amicro uma palestra sobre MPO   - Microcrédito Produtivo Orientado
Iniciado em setembro a atuação no Microcrédito Produtivo Orientado - MPO, alinhada ao Crescer – Programa Nacional de Microcrédito do Governo Federal, que tem como objetivos elevar o padrão de vida e a geração de empregos e incentivar o empreendedorismo,  promovendo o crescimento dos negócios do pequeno empreendedor. 

O público-alvo são as pessoas físicas empreendedores informais, empreendedores individuais formalizados e microempresas com faturamento bruto anual de até R$ 120 mil. Para atender esse público estão disponíveis as linhas de crédito nas modalidades de giro e investimento com limite financiável de até R$ 15 mil e prazo de pagamento de até 12 meses para Pessoa Física e 18 meses para Pessoa Jurídica, de acordo com a finalidade dos recursos. 

O modelo de atendimento ao empreendedor será feito pela rede de agências do BB em todo País, com ênfase no meio urbano e funcionários capacitados para prestar atendimento aos empreendedores, utilizando metodologia baseada no relacionamento direto, no local onde é executada a atividade econômica. 

Com o MPO o Banco do Brasil fortalece ainda mais seu papel de promover o desenvolvimento sustentável do País. 
Estiveram presentes neste evento vários empresários de diversos segmentos do mercado.








Para mais informações, acesse: www.bb.com.br/mpo

sábado, março 09, 2013

E SE OS EMPREENDEDORES COLETORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS DESAPARECESSEM?


Esse seria um bom argumento de um roteiro cinematográfico para um drama não-ficcional. Estamos enjoados (ou pelo menos eu estou) dos mesmos argumentos para filmes de ficção hollywodianos, como: “E se um asteróide atingisse a Terra?”, “E se alienígenas invadissem o planeta?”. Se os coletores de materiais recicláveis desaparecessem, aí sim viveríamos o caos urbano, e isso renderia muitas histórias para um bom filme.
Não é novidade para ninguém que os catadores de materiais recicláveis prestam um serviço e tanto para a nossa sociedade. Segundo o site do Ministério do Meio Ambiente, o trabalho desenvolvido por eles reduz os gastos do governo com o sistema de limpeza pública, aumenta a vida útil dos aterros sanitários, diminui a demanda por recursos naturais e fomenta a cadeia produtiva das indústrias recicladoras com geração de trabalho.
Para exemplificar,o Projeto Eco Cidadão, desenvolvido pela Aliança Empreendedora em parceria com a Prefeitura Municipal de Curitiba, a Fundação Avina e o Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis. O projeto é, hoje, a maior iniciativa de inclusão de catadores apoiada por uma prefeitura no Brasil. Lançado em 2008, tem previsão de cinco anos e meta de implantar 25 Parques de Recepção de Recicláveis em Curitiba - sendo que, desses, já implantou 14 beneficiando 14 associações e cooperativas de catadores. Nos parques de reciclagem, além de toda a infraestrutura de máquinas e equipamentos, as organizações de catadores recebem assessoria e treinamento não só em classificação e separação de materiais, mas em gestão, vendas, empreendedorismo e negociação.
Vamos a alguns números que evitam o caos no manejo dos resíduos sólidos urbanos em Curitiba (digno de um recorde de bilheteria nos cinemas). De 2008 para cá, o número de parques do projeto aumentaram e com isso, a média de catadores beneficiados também, passando de 80 no primeiro ano para 267 em 2011. A quantidade de material coletada pelos catadores em 2011 foi de 4.713.220,63 kg e, se somarmos esse número com o dos outros três anos de projeto, o número total de material coletado é de: 10.333.035,88 kg!! Isso significa que, se essa quantidade de material não tivesse sido coletada pelos catadores do projeto, poderíamos encher cerca de 469 caminhões de tamanho médio, com caçamba de 50m³, com material reciclável que iria diretamente para os aterros sanitários, terrenos baldios ou até mesmo para as ruas, atraindo pragas e proliferando doenças. E isso sabendo que o número de catadores que coletam, separam em sua própria casa e vendem a atravessadores, em Curitiba, é ainda maior. Vale ressaltar que esses são números somente de um projeto local: a coleta feita por catadores é uma realidade nacional e merece atenção e políticas públicas específicas.
Primeiro de março foi o Dia Mundial dos Catadores. A data é comemorada em memória ao assassinato brutal de 11 catadores, na Colômbia. Nos últimos 20 anos, desde o massacre, as 15 milhões de pessoas que vivem da reciclagem no mundo vêm lutando pelo reconhecimento do seu trabalho. Ainda temos muito a discutir a respeito do destino dos resíduos sólidos urbanos no Brasil e no mundo, mas é gratificante saber que a profissão do catador vem sendo valorizada. Estamos vivendo um momento especial, em que governos, instituições e empresas têm discutido e agido, e organizações sem fins lucrativos, melhorando sua renda e qualidade de vida. Que outras iniciativas se somem a este grande movimento!
fonte: Luisa Bonin – Aliança Empreendedora
Grande Abraço!
Leonardo Felicio

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