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sábado, julho 07, 2012

Bastidores da política de imperatriz deste sábado..........

Imperatriz - Veja as principais notícias da política de Imperatriz na reprodução da coluna "Bastidores" do Jornal "O Progresso" deste sábado, 7 de julho, escrita pelo jornalista Coló Filho.

Bastidores
Julho 7, 2012

Coligações
De acordo com o pedido de registro feito na Justiça Eleitoral, a coligação“Imperatriz é de Todos Nós”, liderada por Carlinhos Amorim, tem seis partidos: PDT, PCdoB, PSB, PR, PP e PRP. Só que ontem já havia a informação de que o PP teria permanecido na coligação do PSDB. E o PSB briga para ter candidato próprio. Na proporcional, foram montadas duas coligações. Uma com o PDT e PR e outra com os demais partidos. A coligação da candidata Rosângela Curado conseguiu reunir oito partidos – DEM, PRB, PMDB, PPL, PHS, PSDC, PRTB e PSC. Foram formadas três coligações proporcionais. Já a coligação do prefeito Sebastião Madeira é formada por PSDB, PPS, PMN, PSD, PTB, PSL, PV, PTdoB e o PP, que até a noite de quinta-feira era tido como fora do ninho tucano. Os outros candidatos a prefeito não conseguiram formar coligação. Vão com chapa pura.

Em duas
A Justiça Eleitoral recebeu o pedido de registro do PSB em duas coligações. Uma solicitada pela comissão provisória e outra pelo diretório destituído, que lançou o odontólogo Kleber Miranda como candidato a prefeito. A outra ala decidiu pela coligação com o PDT de Carlinhos Amorim. A briga agora é na justiça.

E...
Ontem pela manhã, Kleber Miranda informou que à tarde iria receber documento levando-o de volta à presidência do diretório municipal do PSB. Segundo ele, a Comissão provisória estadual não tem poderes para decretar intervenção em Imperatriz, onde existe um diretório eleito em congresso. O autor da intervenção, José Antônio Almeida, foi inclusive destituído pela Executiva nacional do comando estadual.

Tempo
Especulou-se que a coligação do candidato Carlinhos Amorim teria o maior tempo no horário eleitoral gratuito. Seriam mais de 7 minutos. Na verdade, terá 6min03seg, isso incluindo o PP. Mas madeiristas asseguravam que a coligação liderada pelo PSDB teria cerca de 9 minutos. Entretanto, levantamento feito mostra que, mesmo incluindo o PP, o tempo de Madeira é de 5min22seg. A candidata Rosângela Curado tem o maior tempo: 6min43seg. O PT, sozinho, tem 4min31seg.

Corre-corre
Na briga pela formação de alianças, os partidos deixaram para a última hora a entrega dos documentos com pedido de registro das candidaturas, provocando muita correria e contratempos, deixando a Justiça Eleitoral sobrecarregada. Por isso, até a tarde de ontem ainda não se podia ter um levantamento completo sobre coligações proporcionais e nomes dos candidatos a vereador.

Nem aí
Os partidos, quando fazem negociações para alianças, só pensam no candidato majoritário. Os candidatos a vereador que se explodam. Muitos serão prejudicados por alianças formadas sem levar em consideração a situação proporcional. Há candidatos, inclusive vereadores, que vão se ferrar. Além de correrem o risco de perder a eleição, ainda enfrentam a questão do apoio ao candidato a prefeito. O candidato Francismar Bahia, por exemplo, apoia Madeira, mas o seu partido, o PRB, estará no palanque de Rosângela Curado. A mesma coisa acontece com candidatos do PDT e PR. Rildo Amaral, Luis Gonçalves e Chiquim da Diferro, por exemplo, são madeiristas. Mas os partidos são carlistas.

Desmentindo
Em nota divulgada ontem, a Secretaria de Comunicação Social do Senado esclarece: - É totalmente improcedente notícia publicada na Folha de São Paulo quando afirma que o Sr. José Francisco Neves “entrou para a estatal (Valec) com aval de Sarney”. Diz ainda a nota que “o presidente José Sarney não tem nenhuma participação, não indicou e sequer foi consultado, quanto à condução deste senhor à presidência da Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A”.

Na boca
O suplente de deputado estadual Edivaldo Holanda tem o filho, Holanda Junior, candidato a prefeito de São Luís. Torcerá, claro, para o filho ganhar, mas se o vencedor for Castelo, Holanda não vai chorar tanto. Ele ganha o mandato de deputado. É que o vice de Castelo é Neto Evangelista, eleito deputado pela mesma coligação de Holanda. Teria que renunciar ao mandato para assumir o cargo de vice-prefeito. Mas Holanda tem outra chance: também vai para a Assembleia se o vencedor em Imperatriz for o deputado Carlinhos Amorim.

terça-feira, julho 03, 2012

OLHA SÓ O "FURO" QUE ESTA MOÇA DESCOBRIU !!!!!!



O DIREITO DE IR E VIR BARRADO PELOS PEDÁGIOS 


Entre os diversos trabalhos apresentados, um deles causou polêmica entre
os participantes. "A Inconstitucionalidade dos Pedágios", desenvolvido
pela aluna do 9º semestre de Direito da Universidade Católica de Pelotas
(UCPel) Márcia dos Santos Silva chocou, impressionou e orientou os
presentes.

A jovem de 22 anos apresentou o "Direito fundamental de ir e vir" nas
estradas do Brasil. Ela, que mora em Pelotas, conta que, para vir a Rio
Grande apresentar seu trabalho no congresso, não pagou pedágio e, na
volta, faria o mesmo.Causando surpresa nos participantes, ela fundamentou
seus atos durante a apresentação.

Márcia explica que na Constituição Federal de 1988, Título II, dos
"Direitos e Garantias Fundamentais", o artigo 5 diz o seguinte: "Todos são
iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se
aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do
direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade" E
no inciso XV do artigo: "é livre a locomoção no território nacional em
tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele
entrar,permanecer ou dele sair com seus bens". A jovem acrescenta que "o
direito de ir e vir é cláusula pétrea na Constituição Federal, o que
significa dizer que não é possível violar esse direito. E ainda que todo o
brasileiro tem livre acesso em todo o território nacional. O que também
quer dizer que o pedágio vai contra a constituição".

Segundo Márcia, as estradas não são vendáveis. E o que acontece é que
concessionárias de pedágios realiza contratos com o governo Estadual de
investir no melhoramento dessas rodovias e cobram o pedágio para
ressarcir os gastos. No entanto, no valor da gasolina é incluído o imposto
de Contribuição de Intervenção de Domínio Econômico (Cide), e parte dele é
destinado às estradas. "No momento que abasteço meu carro, estou pagando o
pedágio. Não é necessário eu pagar novamente. Só quero exercer meu
direito, a estrada é um bem público e não é justo eu pagar por um bem que
já é meu também", enfatiza.

A estudante explicou maneiras e mostrou um vídeo que ensinava a passar nos
pedágio sem precisar pagar. "Ou você pode passar atrás de algum carro que
tenha parado. Ou ainda passa direto. A cancela, que barra os carros é de
plástico, não quebra, e quando o carro passa por ali ela abre.

Não tem perigo algum e não arranha o carro", conta ela, que diz fazer isso
sempre que viaja. Após a apresentação, questionamentos não faltaram. Quem
assistia ficava curioso em saber se o ato não estaria infringindo alguma
lei, se poderia gerar multa, ou ainda se quem fizesse isso não estaria
destruindo o patrimônio alheio. As respostas foram claras. Segundo Márcia,
juridicamente não há lei que permita a utilização de pedágios em estradas
brasileiras.

Quanto a ser um patrimônio alheio, o fato, explica ela, é que o pedágio e
a cancela estão no meio do caminho onde os carros precisam passar e, até
então, ela nunca viu cancelas ou pedágios ficarem danificados. Márcia
também conta que uma vez foi parada pela Polícia Rodoviária, e um guarda
disse que iria acompanhá-la para pagar o pedágio. "Eu perguntei ao
policial se ele prestava algum serviço para a concessionária ou ao Estado.
Afinal, um policial rodoviário trabalha para o Estado ou para o governo
Federal e deve cuidar da segurança nas estradas. Já a empresa de pedágios,
é privada, ou seja, não tem nada a ver uma coisa com a outra", Acrescenta.

Ela defende ainda que os preços são iguais para pessoas de baixa renda,
que possuem carros menores, e para quem tem um poder aquisitivo maior e
automóveis melhores, alegando que muita gente não possui condições para
gastar tanto com pedágios. Ela garante também que o Estado está negando um
direito da sociedade. "Não há o que defender ou explicar. A constituição é
clara quando diz que todos nós temos o direito de ir e vir em todas as
estradas do território nacional", conclui.


FONTE: JORNAL AGORA


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