Radio Papo Cabeça

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domingo, março 18, 2012

Encontro de Negocios com o Tema "Liderança Focada em Resultados"


O grande mestre Valdir Batistelli participa da abertura desse grande evento

O Coordenador Hemersom do CEAPE participa da abertura do evento

Todos os participantes demonstram muita atenção durante todo o evento


Minha prima cris esteve presente nesse grande evento

As estrelas do evento

Flavio Oliveira Facilitador

Flavio Oliveira e Marcos Daniel grande palestrante e empresario
Essas são as grandes lideres do segmento de nutricionismo de Imperatriz - Ma

Flavio Oliveira e Greacy Kelly Organizadora do evento

sábado, março 17, 2012

Quais são as suas regras para alcançar o sucesso?

publicado em 13/03/2012

 Harvey Mackay, autor de Como nadar com os tubarões sem ser comido vivo, lançou recentemente um livro sobre como vender no mundo real (acho que ainda sem tradução no Brasil). O livro é excelente e uma das partes de que mais gostei fala sobre as dez regras de Sam Walton para o sucesso nos negócios. Adaptei e resumi, mas a essência da lista é a mesma:
Dedique-se 100% ao seu negócio: ser um apaixonado pelo que faz o ajuda a ter foco, persistência e a querer sempre melhorar.
Reparta os lucros com a equipe: faça que todos compartilhem os frutos do seu trabalho e que também sintam-se donos do negócio.
Motive seus parceiros: crie indicadores claros de performance e promova competições que fortaleçam a meritocracia.
Comunique tudo: seja aberto, consistente e transparente com sua equipe.
Aprecie a equipe: além da remuneração, reconheça o esforço de quem ajuda o negócio a servir clientes e prosperar.
Celebre seus sucessos: faça que a equipe se sinta feliz e motivada pelos objetivos cumpridos.
Escute todos: estimule as pessoas a se manifestarem, preste atenção nas dúvidas, perguntas, reclamações e sugestões delas. Deixe (incentive!) as pessoas se manifestarem.
Exceda as expectativas dos seus clientes: entregue mais do que prometeu.
Controle seus custos: faça que seus custos sejam sempre mais baratos do que os da concorrência e você terá sempre uma vantagem competitiva.
Nade contra a corrente: se está todo mundo fazendo "zig", faça “zag”.

 E você: concorda ou discorda com algo nessa lista? Quais são as regras que você tem para seu negócio ou sua vida?

 Mande seus comentários para leitor@editoraquantum.com.br ou poste seus comentários na www.comunidadevendamais.com.br

 Abraço e boa$ venda$,

 Raúl Candeloro

P.S.: Acabo de confirmar a grade e o grande nome internacional da ExpoVendaMais 2012, que será realizada em outubro. Aguarde novidades para breve...
 ENTREVISTA

Confira, a seguir, uma entrevista exclusiva com Alessandra Assad.

 ARTIGO DA SEMANA
 9 dicas para aumentar a qualidade no atendimento ao cliente

 Você só existe enquanto empresa se houver um cliente disposto a comprar seu produto ou serviço. Ponto. Não há como discutir essa realidade. Mas há empresas e profissionais, que ignoram solenemente essa máxima.

 Para quem quer realmente melhorar a qualidade da relação com o cliente, destaco nove dicas de como aumentar a qualidade no atendimento ao cliente e mantê-lo em sua rede de contatos:
 Mostre ao cliente que sua empresa tem interesse em resolver o problema dele, independentemente de qualquer coisa. Afinal, certamente existem várias empresas do segmento em que você atua, mas cada cliente é único e age de uma forma, com sua importância singular.
 Deixe claro ao cliente que sua empresa possui limites – técnicos, contratuais, de prazos –, mas que possui a clara visão de como poderá ajudá-lo ou ao menos se esforçar para que ele seja prontamente atendido no que deseja.
 Faça perguntas específicas sobre o problema do cliente para identificar a necessidade dele.
 Quando conversar com o cliente, reproduza o discurso dele com suas palavras para confirmar o seu entendimento. Isso demonstrará que você dedicou seu tempo e sua atenção a ele.
 Dê sugestões para solucionar o problema em questão, com base em sua própria experiência – não naquilo que você acha que o cliente quer ouvir. Ao sugerir algo conforme a sua experiência, você irá gerar um relacionamento direto com ele, por meio da identificação. Ele perceberá que do outro lado da linha há uma pessoa que já passou pela mesma situação.
 Dependendo da urgência da situação, forneça a todo momento um retorno de como está o andamento daquele atendimento, para tranquilizar o cliente. Ele não tem a obrigação de entrar em contato com o atendimento para acompanhar o status, mas a empresa, sim, é responsável por satisfazer esse consumidor e se esforçar para fidelizá-lo.
 Apenas faça promessas que você sabe que a empresa poderá cumprir.
 Muitas vezes o cliente só quer ser ouvido: mesmo que a situação já tenha sido solucionada, ele quer falar a respeito ou confirmar se essa solução foi a mais acertada. Ouça o que ele tem a dizer.
 Jamais deixe um atendente mostrar que quer se livrar daquele problema. O papel de uma boa empresa é mostrar interesse e empenho em solucionar uma questão, e não economizar tempo para “se livrar daquele abacaxi”. Parece fácil, e até é, mas exige comprometimento e respeito pelo consumidor, pois ele merece. É ele que faz seu negócio funcionar, lembra?

Leandro Lopes é diretor da L3 CRM, empresa especializada em gestão de relacionamento com cliente.
Visite o site: www.l3crm.com.br

 OPINIÃO DO LEITOR

 Olá.

 Recebi hoje meu primeiro exemplar da revista VendaMais, e venho, por esse e-mail, Raúl, informar que AMEI os artigos e as reportagens nela expostos. Ela será muito útil para meu dia a dia.

 Parabéns!

 Ariusca Simmoneli
 Gerente de Canais Corporativo
 Claro S/A

 PARA PENSAR

“O esforço contínuo – não a força ou a inteligência – é a chave para desvendar o nosso potencial”
 Winston Churchill

Visite a loja www.editoraquantum.com.br, que hoje é destaque no que diz respeito a produtos que colaboram para o crescimento profissional.

São revistas, áudios, vídeos, livros, newsletters, eventos e treinamentos voltados para um público vasto de iniciantes, veteranos, gerentes e líderes – todos focados no mesmo objetivo.

A arte de influenciar seus colaboradores para conseguir o que você precisa

publicado em 14/03/2012

 Roberta Chinsky Matuson viu-se alçada a um cargo de gerência aos 24 anos. Com inteligência e perspicácia – e processo de tentativa e erro –, obteve êxito e tornou-se consultora e especialista em carreira com reconhecimento mundial, sempre participando de programas de televisão como The Early Show, da CBS, e The O’Reilly Factor e Fox Business News, da Fox. É citada com frequência em publicações como The New York Times e The Boston Globe e em sites como Inc.com e CNBC.com, além de ser blogueira de primeira linha da revista Fast Company.

 Há um capítulo em seu mais recente livro, De repente, no comando!, com o sugestivo título “O que você quer que eu faça?”, em que a autora descreve como proceder quando alguém é alçado a uma posição de liderança. Sua primeira orientação é examinar os fatores que podem afetar seu resultado. Segundo ela, há que se considerar:
O objetivo: qual é o objetivo desejado? Que resultados se pretende alcançar?
Os participantes: quem são as pessoas envolvidas e qual é a atual situação de relacionamento entre elas?
O ambiente: quais fornecedores externos podem afetar a situação e o resultado desejados?
As habilidades: como a situação deve ser abordada? Quais comportamentos podem ajudar a atingir o objetivo?

 Se você prestar atenção, verá que ser um líder significa ter enorme capacidade de influenciar pessoas e, claro, resultados. Para tal, Roberta lista uma série de procedimentos para usar essa influência de maneira respeitosa e direcionar os funcionários a uma visão compartilhada e com foco nos objetivos estabelecidos. Isso só se consegue, entre as mais diversas práticas, se o líder tem credibilidade perante sua equipe. Abaixo, reproduzo algumas dicas que Roberta cita em seu livro para estabelecer um elevado nível de confiança:
Seja coerente – A confiança profunda é conquistada quando você exibe comportamentos coerentes por um longo período. Pense em alguém que você conhece e que faz isso bem. Como é seu relacionamento com essa pessoa? Você lhe confiaria sua vida? Depois pense em outras pessoas cujo comportamento varia de acordo com o tempo. Como é o seu relacionamento com elas? Você estaria disposto a andar na corda bamba se elas estivessem segurando uma ponta da corda?
Demonstre sua competência, o que inclui recursos, resultados e histórico – Não sei quanto a você, mas eu certamente não vou confiar em um médico para operar um membro de minha família, a menos que ele possa demonstrar ser competente na cirurgia que está prestes a realizar. Os mesmos tipos de decisão são tomados em empresas o tempo todo, embora nessas situações raramente seja uma questão de vida ou morte. As tarefas mais almejadas vão para aqueles profissionais que demonstraram, ao longo do tempo, que são capazes de levar a cabo, com êxito, o trabalho que lhes é atribuído. O oposto também é verdadeiro: se alguém não consegue desempenhar ou cumprir o prometido, provavelmente não se depositará confiança nele.
Remova o entulho – É difícil recuperar a confiança se houver obstáculos atrapalhando. Gosto de chamar esses obstáculos de entulho. São as coisas que estão na sua sala e que você se recusa a retirar de lá. Eis um exemplo: todos sabem que você disse que não haveria mais demissões, embora, no mês passado, tenha feito uma “redução da força de trabalho”. Chame isso do que quiser, mas continuam sendo demissões. Seus funcionários não esperam que você seja perfeito. No entanto, eles esperam que você admita seus erros, exatamente como você espera que eles façam. Acabe com a tensão e desculpe-se por ter dito algo de que você se lamenta. Dessa forma, todos poderão seguir em frente.
Seja respeitoso – Isso pode parecer muito mais fácil do que realmente é. Eis apenas uma das muitas maneiras pelas quais os gerentes deixam de ser respeitosos. Na última vez que seu telefone tocou enquanto você estava reunido com um colaborador, o que você fez? Se disser que atendeu ao telefone, pode ser hora de repensar até que ponto você é respeitoso com seus funcionários. É difícil estabelecer uma ligação verdadeira com um funcionário enquanto se faz várias coisas ao mesmo tempo. Na verdade, é impossível.
Seja autêntico – Integridade e propósito são as bases da confiança. Você precisa ser honesto, e seu propósito deve ser mutuamente benéfico. Isso significa que você crê inteiramente que o que está prestes a fazer visa ao interesse dos envolvidos, e não apenas o seu próprio. Isso significa ser honesto em sua conduta com as pessoas. Se um colega de trabalho pede feedback sobre a forma como conduziu determinada situação, dê-lhe o que está pedindo, lembrando-se de sempre ter certo tato.

 O livro De repente, no comando! é comercializado pela Editora Campus-Elsevier. Para mais informações, acesse: www.elsevier.com.br.

 Um grande abraço e até a semana que vem.

 Júlio Clebsch
 Editor da revista Liderança
julio@editoraquantum.com.br

 ARTIGO DA SEMANA
Aprimore sua equipe para ter um ano mais produtivo

 Diz a prática que, no Brasil, o ano começa, verdadeiramente, após o Carnaval. E esse é um bom momento para os gestores fazerem um balanço e partir efetivamente para ações que tragam bons resultados para seus negócios. A principal delas é a análise de sua equipe de trabalho. Será que você está com o time certo?

 A maioria dos gestores sonha em ter, em suas empresas, a "equipe ideal" e, muitas vezes, acha que a solução está do lado de fora. O que muitos não percebem é que há alternativas para aprimorar as pessoas que já fazem parte da equipe. Veja, a seguir, nove dicas para fazer isso acontecer:
Invista mais tempo em conhecer a personalidade de seus colaboradores. Todos, sem exceção, deixam um rastro durante a vida, e esse histórico indica tendências futuras. Portanto, é muito importante conhecer a personalidade de seus funcionários.
Não force a natureza das pessoas. Apesar de a personalidade adquirir alguma maleabilidade com o passar dos anos, a estrutura continua sendo a mesma durante toda a vida. "Lagartixa não vira jacaré"; portanto, cobrar coisas improváveis não é bom negócio. Por exemplo: se uma pessoa é tímida, não lute contra isso, apenas administre. Provavelmente a praia dela não é lidar com o público. O contrário também é verdadeiro: se você tem um funcionário superextrovertido, colocá-lo para trabalhar em um escritório fechado será uma tortura. Pense em mudá-los de função ou de ambiente.
Identifique os pontos fortes. Ter um funcionário muito exigente, teimoso, perfeccionista, mandão, falante, desconfiado, ou com qualquer comportamento que socialmente é visto como inadequado, pode se tornar um ponto forte se for aproveitado em tarefas que demandem esses comportamentos.
Posicione as pessoas para que elas rendam mais. Procure posicionar as pessoas em funções nas quais elas possam usar seus estilos particulares na maior parte do tempo. O perfeccionista gosta de organizar; o extrovertido, de se relacionar; o dominante, de comandar; o impaciente, de acelerar.
Faça prática deliberada. Prática deliberada é aquilo que fazemos especificamente para aprimorar o que já temos de bom. Significa desenvolver, com técnicas, estudo e repetição, nossos talentos. Muita prática deliberada significará melhor desempenho; “toneladas” de práticas deliberadas resultarão na excelência.
Defina metas ousadas. Se você seguir as sugestões anteriores, terá autoridade para cobrar metas mais agressivas. Estipule objetivos para o incremento do faturamento, o aumento da lucratividade e a diminuição de custos.
Cobre resultados. Parece óbvio, mas muitas empresas estipulam metas globais e não cobram metas individuais. A maioria das pessoas consegue um desempenho 20 a 30% superior quando as metas são justas, claras e, principalmente, avaliadas individualmente.
Institua a meritocracia. Premie, reconheça e promova os melhores, independentemente do tempo de casa que possuam. Isso dará um "choque de gestão" e motivará os mais talentosos e determinados.
Dê o exemplo. As pessoas só acreditam em um programa de melhoria se quem o propõe o segue rigorosamente. O exemplo vem dos superiores.

 Essas ações exigirão algum esforço mental, mas garanto que, se bem utilizadas, trarão ótimos resultados.

Eduardo Ferraz é consultor em gestão de pessoas e especialista em treinamentos e consultoria in company, com aplicações práticas da neurociência. É pós-graduado em direção de empresas pelo ISAD PUC-PR e especializado em coordenação e dinâmica de grupos pela SBDG. Autor do livro Por que a gente é do jeito que a gente é?, da Editora Gente. Para mais informações, acesse: www.eduardoferraz.com.br
 PARA PENSAR

“Quem tem um porquê enfrenta qualquer como”
 Friedrich Nietzsche
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São revistas, áudios, vídeos, livros, newsletters, eventos e treinamentos voltados para um público vasto de iniciantes, veteranos, gerentes e líderes – todos focados no mesmo objetivo.



 Ano 9 - nº 11 - 14 de março de 2012.
 

Confira na Liderança de março

Lidera News – Novidades, pesquisas e tendências em gestão, pessoas e atitudes

Entrevista – O empresário Flavio Duncan fala sobre como o engajamento em projetos sociais contribui não só para a sociedade, mas também para sua empresa

Incentivos e Resultados – Ideias e iniciativas que você pode colocar em prática na sua empresa

Tendências – 12 tendências mundiais de consumo em 2012

Liderança às Avessas – O cliente tem sempre razão?

terça-feira, março 06, 2012

Expectativa frustrada causa crise imobiliária em Marabá


Um prédio comercial, que fica na Avenida Antônio Maia, está fechado há cerca de seis meses.
31/12/1969 - Correio Tocantins

Após a “corrida do ouro” imobiliária e a febre de prédios comerciais, residenciais e de loteamentos, com grande especulação incentivada pela promessa de grandes investimentos em Marabá – os quais não saíram do papel –, a cidade passa por uma crise no setor de imóveis. Basta percorrer as principais ruas e avenidas dos três núcleos residenciais urbanos para constatar isso nos inúmeros prédios fechados e com placas de “vende-se” ou “aluga-se”.

E foi o que fez uma equipe do CORREIO DO TOCANTINS ao percorrer os três núcleos da cidade e constatar que na Avenida Antônio Maia, Núcleo Pioneiro; Vias Principais 07 e 08, na Nova Marabá; e Avenida Nagib Mutran, no Núcleo Cidade Nova, há muitos imóveis desocupados há meses sem que apareçam pessoas interessadas em comprá-los ou alugá-los.

Um desses prédios é comercial, fica na Avenida Antônio Maia e está fechado há cerca de seis meses. A Reportagem entrou em contato com a imobiliária responsável pelo aluguel do imóvel e levantou com a atendente, que, de início, a locação custava R$ 1.000. No entanto, devido à demora para alugar, o preço baixou para R$ 900 e, mesmo assim, ainda não foi alugado.

Estranhamente, ao ligar nos telefones anunciados nas faixas e placas fixadas nos demais imóveis fechados, a Reportagem não conseguiu contato com os responsáveis pelos prédios. As ligações quando não eram atendidas, iam parar na caixa de mensagem.

Vizinhos dos imóveis, quando indagados se sabiam sobre valor e o tempo em que os prédios estão fechados, diziam não saber informar. 

Queda

De acordo com a corretora Mércia Godói Spíndola, delegada regional e fiscal do Creci (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Pará), o mercado imobiliário registrou queda nas vendas de cerca de 20% em relação ao ano passado.

Segundo ela, a incerteza quanto à instalação da Alpa (Aços Laminados do Pará) em Marabá e a não aprovação da criação do Estado do Carajás frustraram o mercado imobiliário, fazendo com que os investimentos no setor fossem refreados.

“Tudo começou com uma valorização irreal de preços dos imóveis, devido a uma expectativa criada com o plebiscito e a Alpa. Os proprietários dos imóveis aumentaram os valores acima do normal. Em consequência disso, eles saíram do mercado e não conseguiram vender o imóvel”, explica Mércia.

Para ela, ainda hoje existe uma especulação muito grande por parte dos corretores: “Isso também inviabilizou o mercado e o engessou”, afirma, acrescentando que não há possibilidade do mercado imobiliário absorver tantos produtos. “Com a lei da oferta e da procura, existem empreendimentos que estão há mais de seis meses no mercado e só chegaram a vender cinco unidades”, exemplifica.

Mércia lembra que no ano de 2009 o quadro que a cidade vivenciava era outro: “O mercado estava aquecido e os loteamentos em alta. Mas hoje o quadro está diferente”, afirma ela. A supervalorização dos imóveis e a queda nas vendas geraram um excedente de imóveis para as construtoras venderem.

“Hoje as vendas ‘mal feitas’ estão gerando inadimplência. Quem comprou na ocasião do aquecimento nas vendas, não teve a visão do que estava comprando. Se a oferta é grande tem de baixar o preço. Mas, infelizmente, isso não aconteceu. Ou você baixa para o valor real ou não faz negócio”, opina a delegada do Creci.

sábado, março 03, 2012

Eleição para escolha da diretoria da ACII

Marcada a eleição para escolha da diretoria da ACII

 

Com uma chapa de consenso encabeçada por Euclides Viera, a nova direção será aclamada em sessão no dia 29 de março 

IMPERATRIZ - Está marcada para o próximo dia 29 de março a eleição para a formação da nova diretoria da Associação Comercial Industrial de Imperatriz (ACII) para o biênio 2012/2013. A chapa de consenso, que concorre ao pleito, está encabeçada pelo empresário do ramo de equipamentos, Euclides Viera.
A eleição e posse da diretoria será realizada em uma assembleia geral extraordinária na própria sede da entidade.
O atual presidente, Gilson de Sousa Kyt, explicou que, em vez de concorrer à reeleição, preferiu manter-se na diretoria futura, num cargo que o mantenha em contato com os associados para trazer novos projetos para a cidade. Ele disse que entregará a direção com a certeza de ter cumprido sua meta de avanços à entidade classista em vários setores.
A principal conquista da gestão foi o fortalecimento de feiras como a Feira do Comércio e da Indústria (Fecoimp), Movelnorte, voltada para a produção de móveis, além da feira do livro e as exposições que reúnem artigos para festas e artesanato.
“A avaliação é muito positiva pelo fato de termos aprendido muito e substancialmente com o associado, que diariamente mostra quais os caminhos que a entidade tem que seguir”, ressaltou o presidente.
Entre as ações desenvolvidas pela entidade nos últimos dois anos, Gilson Kyt destacou parcerias firmadas com instituições públicas, entidades e o poder público em geral como instituições do sistema “S”, como Sesi, Senai e Senac, prefeituras e o Governo do Estado.
Avaliação - Na avaliação do dirigente, nos últimos cinco anos à frente da entidade - 3 anos como diretor e dois anos como presidente -, houve grandes avanços na economia da cidade com a chegada de novas empresas, a instalação do Distrito Industrial, entre outros.
“As pessoas cresceram, as mentes estão melhor no dia de hoje do que há cinco anos e tivemos a felicidade de fazer com que a entidade melhorasse e acredito que os próximos 52 anos serão bem melhor construídos”, observou a liderança.
Na lista de conquistas da Associação Comercial e Industrial também está pesquisa, elaboração e publicação do livro Perfil Imperatriz, uma publicação histórica sobre a economia da cidade, que vai servir de banco de dados para novos empreendimentos que estão chegando ao estado. Para produzir o livro, a entidade contratou instituições públicas e privadas de ensino superior da cidade e ainda a Fundação Getúlio Vargas.

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