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sábado, julho 30, 2011

CURSO DE CONSULTOR DE VENDAS





Objetivo: Levar os participantes a entenderem os fundamentos das técnicas de vendas e sua aplicação prática como forma de venda consultiva, onde o cliente é persuadido a tomar uma decisão de compra e não manipulado ou forçado.
Tema de Curso: Consultor de vendas
Instrutor: Antonio Madiflavio de Oliveira Ferreira
Consultor de empresas e Orientador em Plano de Carreira
Carga horária: 8 horas aula 
Data Prevista: 01 e 02 de Agosto de 2011
Local: Unisulma  - Imperatriz - Ma
Publico alvo: Profissionais do mercado de vendas da cidade de Imperatriz.
Conteúdo do Curso
  • Introdução em vendas Mitos e Verdades
  • Marketing pessoal ou venda pessoal.
  • Envolvimento e Comprometimento com o cliente
  • Diferença entre Persuasão e Manipulação
  •  Tipos de personalidades Humanas
  • Necessidades Humanas
  • Comunicação focada em Resultado
    • Técnica do Padrão de compromisso
Investimento: R$50,00 por pessoa
Sócios Amicro tem 40% de desconto

Outras Informações:
Pessoas que não estão trabalhando e que se destacarem durante o curso, entraram em nosso banco de dados para encaminhamento para oportunidades de trabalho na cidade de Imperatriz e Região.

Inscrições e Informações: 
-- 
AMICRO - IMPERATRIZ - MA
Rua Pará N.586 Nova Imperatriz - Imperatriz – Ma 
Fone: (99)30722720 (99) 91255848



sexta-feira, julho 29, 2011

Aprendiz 5 primeiro episodio capitulo 4 e7









Vejam os outros videos que estão anteriormente no Blog e se torne um empreendedor de maior sucesso!

quinta-feira, julho 28, 2011

Dívida dos EUA: Consegue imaginar o tamanho da encrenca?

Dívida norte-americana: muito se fala, pouco se entende. Vai abaixo um infográfico para tentar te ajudar a entender e visualizar o tamanho da encrenca. Não tenha dúvida, meu caro amigo, minha cara amiga: não é porque vivemos no país do PAC, do bolsa família, da prosperidade Antonio Palocciana… Se os EUA dançam, o mundo inteiro vai atrás deles até o fundo do buraco. Nunca antes na história desse planeta valeu tanto aquela expressão… No mundo globalizado com economia on-line, estamos todos no mesmo barco.
Agora, vamos enxergar o tamanho do buraco dos nossos irmãos do norte através de um infográfico criado pelo WFTnoway com dados do US Debt Clock, o reloginho que marca em tempo real o tamanho da dívida do estado norte-americano.
..::..
100 dólares: nota de dinheiro mais conhecida do mundo.
10 mil dólares: grana suficiente para torrar numas férias caprichadas ou num carro usado. É o valor médio equivalente a um ano de trabalho de um cidadão no planeta Terra.
1  milhão de dólares: prêmio de reality show brasileiro. É o valor equivalente a cerca de 92 anos de trabalho de um humano médio no planeta Terra.
100 milhões de dólares: opa, já dá para arrumar a vida de qualquer bom gastador. Ladrão que botar a mão numa bolada dessa já vai precisar de uma empilhadeira para levar o tutu para casa.
1 bilhão de dólares: agora a coisa ficou séria. Brincadeira de cachorro grande, o clube do bilhão é só para pesos pesados.
1 trilhão de dólares: Se você gastasse 1 milhão de dólares desde o dia 1 do ano que Jesus nasceu, não teria gasto até hoje a soma de 1 trilhão de dólares, mas apenas cerca de 700 bilhões.
Quando o governo dos EUA reconhece um déficit de U$ 1,7 trilhão, isto representa apenas o valor que ele tomou emprestado em 2010 para manter a máquina do estado em movimento.
Repare: vemos aí uma pilha dupla, em unidades encaixadas de 100 milhões de dólares.
Para facilitar sua visualização do tamanho da encrenca: o trilhão de dólares comparado a um jato ou um campo de futebol.
15 trilhões de dólares: Se o governo americano não resolver o deficit, a dívida alcançará 15 trilhões de dólares até o natal de 2011. Estoura o teto máximo permitido por lei, hoje fixado em U$ 14,3 trilhões. Um volume capaz de assustar a Estátua da Liberdade.
114,5 trilhões de dólares: é o endividamento dos EUA sem lastro, que fica a descoberto, sem garantias. Representa o valor necessário para o país financiar previdência social, serviços médicos e remédios, fundo de desemprego, despesas militares e pensões para os civis… Enquanto isso, eles continuam acelerando nos gastos. Só a guerrinha no Afeganistão custa a bagatela de U$ 2 bilhõezinhos por semana!
..::..
Entendeu o drama? Então responda o que você faria se fosse o Obama: como resolver uma dívida dessas?
26 DE JULHO DE 2011, 15:31
ESCRITO POR MARCELOTAS
  http://blogdotas.terra.com.br/


Praias de Imperatriz deverão contar com com apoio do município a partir do próximo final de semana

Guarda-vidas, banheiros químicos, coleta de lixo e rede elétrica serão disponibilizados

Praia do Cacau - Foto: Josué Moura
A Prefeitura vai iniciar a instalação da estrutura de segurança nas praias do Cacau e do Meio. A decisão foi tomada na manhã de ontem (27) em reunião realizada entre o Prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira; o coordenador da Defesa Civil, Francisco das Chagas Silva, o Chico do Planalto; e representantes da Associação de Barraqueiros das duas praias. A ideia é que a população possa utilizar os serviços já no próximo fim de semana.

Toda a estrutura para o funcionamento das praias do município já haviam sido licitadas. O nível no rio Tocantins, no entanto, não possibilitava a instalação dos equipamentos. Com a baixa registrada nesta semana, a Defesa Civil começa a trabalhar para dar segurança ao lazer dos banhistas.

Praia do Cacau à noite - Foto: Josué Moura
Desde o início do mês de julho a Defesa Civil e o prefeito Sebastião Madeira trabalham pela liberação das praias. Foram realizadas, inclusive, reuniões com os responsáveis pela Usina Hidrelétrica de Estreito para verificar a vazão do rio e uma possível baixa do nível do Tocantins. O coordenador da Defesa Civil, Chico do Planalto, chegou manteve a esperança e garantiu, com base em conversa com o prefeito que “se aparecer a área para colocarmos toda a estrutura, o prefeito [Madeira] já deu a palavra dele de que vai colocá-la”, disse à época.

A estrutura, que começa a funcionar neste fim de semana, não inclui o palco e a estrutura de som, pois ainda não a área livre para a instalação destes equipamentos. (Comunicação)

Postado por Blog do Josué Moura  http://josuemoura.blogspot.com

Presidente da Amicro imperatriz Ministra Palestra em Porto Franco

Gilson - CEAPE Imperatriz e Flavio Oliveira - Amicro Imperatriz

Dia 27 de Julho de 2011 o Prof. Flavio Oliveira Ministrou a Palestra de Lideraça para O Sucesso Empresarial na cidade de Porto franco em Parceria com O SEBRAE,INSS,CEAPE e a Prefeitura da Cidade a qual foi a primeira a inaugurar a Sala do Empreendedor no Sul do Maranhão chegando na frente mais uma vez no fortalecimento do empreendedorismo e no desenvolvimento da cidade.


Baruque - SEBRAE Imperatriz e Jadsom do INSS imperatriz


Jadsom - Tencnico do INSS
Equipe que tornou esse evento um sucesso
Dia 19 de agosto estaremos de volta para ministrar o curso de Gestão de Negócios para Empreendedor Individual e tudo indica que também será um sucesso.



segunda-feira, julho 25, 2011

PROJETO DE LEI ORDINÁRIA N.º 127 / 11

Dispõe sobre a dispensa  por parte do micro empreendedor individual – MEI, das microempresas e empresas de pequeno porte, de apresentarem certidões de regularidade fiscal de tributos do estado, para licitação e contrataçãocom a administração pública estadual direta e indireta e os municípios do Estado do Maranhão. Autora: Deputada VALÉRIA MACEDO (PDT)




A Assembléia Legislativa do Estado do Maranhão, na conformidade do art. 19, inciso XX, da Constituição do Estado do Maranhão e do art. 37, inciso XXI, da Constituição Federal, RESOLVE:

Art. 1.º No âmbito do Estado do Maranhão, o empresário individual, a sociedade simples e as sociedades empresárias enquadradas como microempreendedor individual – MEI, microempresas e empresas de pequeno porte, conforme definição dada pela Lei Complementar n.º 123, de 14 de dezembro de 2006, sem prejuízo do disposto no § 3o do art. 195 da Constituição e do § 2.º, do art. 204, da Constituição do Estado do Maranhão, ficam dispensados de apresentar certidões de regularidade fiscal relativa aos tributos estaduais em processos de licitação pública ou contratação direta dispensada, dispensável ou inexigível em que forem partes.

Art. 2.º A dispensa de certidão de regularidade fiscal de tributos estaduais ao microempreendedor individual – MEI, à microempresa e empresa de pequeno porte, tem o único objetivo de facilitar a participação destes em processos de licitação e/ou de contratação com o poder público estadual ou municipal e não implica em qualquer dispensa de tributo ou alteração da relação jurídico-tributário entre estes contribuintes e o Estado do Maranhão.

Art. 3.º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

II – JUSTIFICATIVA

Desde o descobrimento do Brasil até a Revolução de 1930, a exportação de produtos agrícolas e matérias-primas, que passou por ciclos econômicos como o do açúcar, o do ouro, o da borracha e o do café, foi a tônica.
Nos 50 anos seguintes até a década de 1980, a indústria assumiu a condição de locomotiva da produção, capitaneando o desenvolvimento.

Nos tempos de hoje, o papel de gerar a maior parte dos empregos cabe ao setor terciário: comércio e serviços que respondem por 72% dos postos de trabalho, segundo dados do IBGE. A importância econômica do setor terciário, reflete-se, na sua medida, no Produto Interno Bruto (PIB) do país, que em 2010 respondeu por 67,4% da riqueza nacional, segundo dados oficiais do IBGE.

Abraam Szajman ressalta que “apesar da eloquência dos números e do dinamismo representado pela atividade comercial e de serviços, essa realidade não se reflete na imprensa ou nos diversos níveis de governo, sempre mais atentos aos movimentos da indústria, onipresente nas páginas de jornais e revistas e no horizonte das preocupações dos administradores públicos”. A atenção à indústria, incluindo a construção civil, gera 25% do emprego e o comércio e serviços são responsáveis por 72% dos postos de trabalho. É preciso que se volte, em termos de economia, para o setor terciário no Maranhão, o qual, diga-se de passagem, não tem recebido tratamento adequado na elaboração das políticas públicas.

É indispensável que os microempreendedores individuais, as microempresas e empresas de pequeno porte e até mesmo os produtores rurais recebam por parte do poder público estadual regras de simplificação fiscal e de fomento.

O Estado do Maranhão e todos os seus municípios precisam direcionar-se para o setor de comércio e serviços em termos de fomento e de planejamento do desenvolvimento. A economia no país tem um forte conteúdo no setor público e, no Maranhão, ela é preponderantemente uma economia pública. Vale dizer, em grande medida a locomotiva econômica maranhense passa de algum modo pelas contas do crédito, receita e despesa públicas.

Neste sentido, o Estado precisa se movimentar rumo ao setor terciário da economia maranhense, sem prejuízo, é claro, dos já concedidos e sempre bem aquinhoados benefícios fiscais, creditícios e de fomento que são sempre deferidos aos setores primário e secundário de nossa economia.


Anote-se, ainda, a ausência de apoio ao produtor rural e a dificuldade em comprovar, por meio de certidões, a regularidade fiscal de tributos em processos de contratação com o poder público. A dispensa de apresentação das certidões comprobatórias de regularidade quanto aos tributos estaduais é uma medida simples, mas desburocratizante na parte que concerne à competência do Estado.

A inclusão dos microempreendedores individuais, das microempresas e empresas de pequeno porte, dos produtores rurais nas políticas de fomento e de desobrigação de comprovação de regularidade fiscal, não implica em qualquer custo para o Estado, na medida em que a não exigência de certidões de regularidade fiscais não implicam em dispensa de pagamento do tributo ou qualquer alteração da relação jurídico-tributária eventualmente existente. Apenas o Estado e seus municípios para contratação não a perquirirá para fins de licitação e contratação.
Registre-se, ainda, que, no âmbito federal, já há iniciativas neste sentido como, por exemplo, as Medida Provisórias números 523/2011, 529/2011 e  as Leis Complementares Federais números 123/2006 e 128/2008 q ue instituíram os regimes fis cais do Microempreendedor Individual – MEI, o microempresário e a empresa de pequeno porte, consideradas como tais as que faturam anualmente até R$ 36.000,00, R$ 240.000,00 e 2.400.000,00 por ano respectivamente.

Infelizmente, por falta de instrumento normativo por parte do Estado do Maranhão, ainda se exige certidões negativas de tributos estaduais nas licitações, algumas, a rigor, inexigíveis por parte mesmo da legislação complementar federal.

O presente projeto de lei não implica qualquer despesa para o Estado e vem resolver um problema nas contratações com o poder público.

Ressalte-se, por oportuno, a constitucionalidade deste projeto na medida em que ele não cria qualquer despesa para o Estado do Maranhão, mas apenas estabelece regras específicas de licitação dentro das possibilidades estabelecidas pelo art. 37, XXI, da Constituição Federal como do art. 19, inciso XX, da Carta Maranhense.

Por último, não se pode desconhecer a dificuldade em comprovar, por meio de certidões, a regularidade fiscal de tributos e contribuições estadual por parte dos beneficiados.

III - CONCLUSÃO

Diante do exposto, solicito o recebimento do presente projeto, sua tramitação e publicação na forma regimental, seu regular processamento, o indispensável apoio de nossos nobres pares para sua discussão e, ao final, aprovação da presente medida de fomento às atividades econômicas terciárias: comércio e serviços sem qualquer
ônus para o Estado do Maranhão.

PLENÁRIO DEPUTADO “NAGIB HAICKEL”, DO PALÁCIO “MANOEL BEQUIMÃO”, 21 de junho de 2011. -
VALÉRIA MACEDO - Deputada Estadual (PDT)

domingo, julho 24, 2011

Valéria Macedo quer facilitar a participação de empreendedores individuais e micro-empresas em licitações no Maranhão

Deputada Valéria Macedo

Tramita na Assembleia Legislativa do Maranhão, o projeto de lei ordinária nº. 127/11, de autoria da deputada estadual Valéria Macedo que dispõe sobre a dispensa por parte do micro empreendedor individual – MEI, das microempresas e empresas de pequeno porte, de apresentarem certidões de regularidade fiscal de tributos do estado, para licitação e contratação com a administração pública estadual direta e indireta e os municípios do Estado do Maranhão.

Segundo a deputada pedetista, a dispensa de certidão de regularidade fiscal de tributos estaduais tem o único objetivo de facilitar que o mico empreendedor individual (MEI), a Microempresa e a empresa de pequeno porte participem de processos de licitação e/ou de contratação com o poder público estadual ou municipal e não implica em qualquer dispensa de tributo ou alteração da relação jurídico-tributário entre estes contribuintes e o Estado.

“Nos tempos de hoje, o papel de gerar a maior parte dos empregos cabe ao setor terciário: comércio e serviços que respondem por 72% dos postos de trabalho, segundo dados do IBGE. A importância econômica do setor terciário reflete-se, na sua medida, no Produto Interno Bruto (PIB) do país, que em 2010 respondeu por 67,4% da riqueza nacional, também segundo dados oficiais do IBGE, por isso estamos dando entrada nesse projeto que considero muito importante para esse setor”, argumenta Valéria.

Com dados, Valéria justifica em seu projeto que a atenção à indústria, incluindo a construção civil, gera 25% do emprego e o comércio e serviços são responsáveis por 72% dos postos de trabalho.

“É preciso que se volte, em termos de economia, para o setor terciário no Maranhão, o qual, diga-se de passagem, não tem recebido tratamento adequado na elaboração das políticas públicas”, constata a deputada, acrescentando que é indispensável que os micros empreendedores individuais, as microempresas e empresas de pequeno porte e até mesmo os produtores rurais recebam por parte do poder público estadual regras de simplificação fiscal e de fomento.

“O Estado do Maranhão e todos os seus municípios precisam direcionar-se para o setor de comércio e serviços em termos de fomento e de planejamento do desenvolvimento. A economia no país tem um forte conteúdo no setor público e, no Maranhão, ela é preponderantemente uma economia pública. Vale dizer, em grande medida a locomotiva econômica maranhense passa de algum modo pelas contas do crédito, receita e despesa públicas”, diz Valéria Macedo.

Para a deputada, neste sentido o Estado precisa se movimentar rumo ao setor terciário da economia maranhense, “sem prejuízo, é claro, dos já concedidos e sempre bem aquinhoados benefícios fiscais, creditícios e de fomento que são sempre deferidos aos setores primário e secundário de nossa economia”.

A dispensa de apresentação das certidões comprobatórias de regularidade quanto aos tributos estaduais é uma medida simples, mas desburocratizante na parte que concerne à competência do Estado que segundo Valéria não implicará em nenhum gasto ou prejuízo para o Estado, pois não implicam em dispensa de pagamento do tributo ou qualquer alteração da relação jurídico-tributária eventualmente existente. Apenas o Estado e seus municípios para contratação não a perquirirá para fins de licitação e contratação.

“O presente projeto de lei não implica qualquer despesa para o Estado e vem resolver um problema nas contratações com o poder público”, garante a deputada.

Justifica ainda Valéria que no âmbito federal, já há iniciativas neste sentido como, por exemplo, as Medida Provisórias números 523/2011, 529/2011 e as Leis Complementares Federais números 123/2006 e 128/2008 q ue instituíram os regimes fiscais do Microempreendedor Individual – MEI, o microempresário e a empresa de pequeno porte, consideradas como tais as que faturam anualmente até R$ 36.000,00, R$ 240.000,00 e 2.400.000,00 por ano respectivamente.

Infelizmente, segundo Valéria, por falta de instrumento normativo por parte do Estado do Maranhão, ainda se exige certidões negativas de tributos estaduais nas licitações, algumas, a rigor, inexigíveis por parte mesmo da legislação complementar federal.

Tenho total confiança que essa minha iniciativa terá a aprovação de meus pares e do governo, pois além de não trazer nenhum custo financeiro para o Estado, não se pode desconhecer a dificuldade dos pequenos empreendedores beneficiados com esse projeto em comprovar, por meio de certidões, a regularidade fiscal de tributos e contribuições estadual”, finalizou Valéria.

Postado por Blog do Josué Moura

Unicamp pesquisa desenvolvimento econômico de Imperatriz


Vista aérea de Imperatriz-Foto: Josué Moura (Publicação livre, desde que citado o crédito do autor)

Os maciços investimentos em Imperatriz chamam a atenção de todo o país. Na manhã da última segunda-feira (18) o professor doutor Humberto Miranda, da Universidade de Campinas, esteve em Imperatriz para levantamento de dados sobre as diversas matrizes econômicas da cidade para embasar uma pesquisa de campo. Ontem, ele se reuniu com os técnicos da Secretaria Municipal de Agricultura e fez uma visita ao prefeito Sebastião Madeira.

Humberto Miranda disse que a escolha da cidade para compor a pesquisa, foi motivada pela atual realidade econômica da cidade. Ele garante que Imperatriz passa por um momento único.

“Eu estou buscando municípios que vão receber o impacto ou que estão passando por mudanças devido a esse momento de crescimento do Brasil. Onde há expansão das fronteiras, da agropecuária ou [da extração de] minério. Imperatriz é um ponto fundamental, de conexão de várias dessas cidades e com influência forte nesta área chamada de pré-amazônia”, argumentou.

O professor acredita que Imperatriz passará por mudanças em seu padrão de desenvolvimento e urbanização, pois, atualmente, os investimentos estão menos centralizados. Para ele, é necessário pensar alternativas para aproveitar este momento da melhor maneira possível investindo, principalmente, na infraestrutura da cidade.

“As grandes metrópoles estão saturadas por uma série de coisas, mas, principalmente, devido ao custo econômico das grandes capitais, que é o que chamamos de ‘deseconomia de escala’. O investimento é menos eficiente quando a cidade incha muito. O trânsito não anda mais, a cidade perde mobilidade. Imperatriz precisa se preparar com antecedência para não sofrer com isso”, alertou.

Outro ponto tratado pelo pesquisador, foi a liderança que Imperatriz exerce no cenário estadual. Segundo ele, quanto maior o crescimento da cidade, maior a dependência dos municípios vizinhos. 

A pesquisa, segundo o próprio professor, terá um papel importante para pensar o papel de algumas cidades neste novo processo de desenvolvimento econômico, entre elas Imperatriz. O relatório final deve ser apresentado no mês de dezembro. (Comunicação)

Postado por Blog do Josué Moura

Aula de Economia e Mercado de Trabalho com o consultor Waldez Ludwig

Veja os videos abaixo e aprenda sobre 
EMPREGABILIDADE 
com uma visão de Mercado Real











Executivo do Grupo Claudino afirma: Imperatriz é uma das cidades que mais cresce no país


Para Dilson Alves, gerente do Armazém Paraíba tudo que precisa ser feito para que a cidade comporte as empresas que chegam já está sendo feito.


O momento econômico de Imperatriz continua chamando a atenção de conceituados empresários e trabalhadores das áreas de indústria e comércio do município. Desta vez, foi gerente do Armazém Paraíba, Dílson Alves, quem falou sobre a explosão econômica da cidade. Para ele, Imperatriz é hoje uma das cidades com maior índice de desenvolvimento do país na atualidade.

Dílson explica que Imperatriz vive um momento único em sua história, apontando as várias empresas que chegaram e a ampliação dos investimentos na cidade como os principais indicadores desta fase.
“Imperatriz vive um momento impar em sua vida. Você pode observar grandes empresas chegando; o desenvolvimento da cidade, que está crescendo; chegaram indústrias, como a Suzano e estão chegando grandes atacadistas; inaugurou um shopping recentemente e há, ainda, outro em construção. Estas são algumas das evidências do crescimento econômico do município”, disse ele.

Somente no município e região circuvizinha, o Armazém Paraíba emprega em torno de mil pessoas. Em Imperatriz, a principal loja, localizada no Calçadão, vai passar por reformas. Segundo Dílson, esta ampliação é necessária, pois é necessário acompanhar o crescimento econômico da cidade.

O gerente aposta na chegada de outras empresas ao município, e acredita que, a partir de agora, este processo deve se tornar constante. “
“Aqui o que se plantar vai se colher bem”

Aqui, o que se plantar vai se colher e vai colher bem. Porque [Imperatriz] é uma cidade que absorve toda essa micro-região ciclo vizinha, todos consomem aqui. Também pela importância que Imperatriz tem hoje no cenário não só do Maranhão do Sul, mas do Brasil. Quem não conhece Imperatriz precisa conhecer. Aqui é um pólo que está se desenvolvendo cada dia mais. Foi construída essa ponte [Dom Affonso Felippe Gregory] que une o Maranhão com o Tocantins, criando esse elo com as pessoas [da região] do Bico do Papagaio, que tem mais facilidade de vir para Imperatriz. Tudo isso faz com que Imperatriz se torne uma cidade muito interessante”, argumentou Dílson.

Dílson é ainda mais otimista ao fazer um comparativo do município com os demais do país. Ele afirma: “Eu acho que é uma das cidades de maior desenvolvimento no Brasil na atualidade. Imperatriz é tudo isso e muito mais, que ainda está por vir.”

“Isso tudo não estaria acontecendo sem a participação da gestão municipal” reconhece executivo

A chegada de novas empresas ao município de Imperatriz é, para muitos, fruto exclusivo da localização e dos recursos naturais disponíveis no município. Não é essa a opinião de Dílson Alves. Segundo ele, não é possível ver a atual situação sem considerar a participação da gestão municipal. “[É a] administração. É verdade que Imperatriz está ao lado da Belém-Brasília, esta bem situada, tem o rio ao lado, recebe consumidores do Tocantins e do Pará, mas a administração local melhorou muito, isso faz com que a cidade alcance esse progresso. Imperatriz andava somente com suas próprias pernas. Hoje, continua andando com suas próprias pernas, mas com uma grande ajuda da administração local. Isso é a Imperatriz de hoje”.

Os elogios à gestão não pararam por aí. Morando na cidade há 12 anos, Dílson garante que, hoje, além de se preocupar com os problemas pontuais do município, a administração municipal também se empenha em fazer com que cidade se mostre para o país. “[A gestão] está trabalhando, está melhorando o saneamento básico, melhorando as ruas, desenvolvendo a cidade. Eu observo que há uma preocupação, por parte da gestão municipal, com o desenvolvimento da cidade. Preocupação em fazer com que a cidade mostre a cara de Imperatriz, que está vivendo um momento muito especial.”

Desde o início de 2009, Imperatriz já passou por significativas melhorias em diversas áreas. As ruas do Centro da cidade foram recapeadas e várias outras, principalmente nos bairros, foram recuperadas. O trânsito também vem passando por profundas mudanças. A instalação de semáforos e a pintura das sinalizações nas ruas, como preferências e faixas de pedestres se tornou freqüente.

Por todas estas obras, a estrutura da cidade é o que menos preocupa o gerente. Para ele, tudo o Imperatriz precisa para comportar estas empresas já está sendo feito.

“Imperatriz comporta tudo o que você puder imaginar. O que precisa ser feito já está sendo feito: melhorar a estrutura física da cidade para que se possa acolher as pessoas que estão chegando e que eles cheguem e fiquem, não cheguem e vá embora. O que precisa ser feito é a base, e a base está sendo feita”, finalizou.

O aumento da concorrência não preocupa Dílson. Segundo ele, as empresas aprendem uma com as outras e, por isso, a competição é benéfica para o mercado. E, no fim, quem ganha são os moradores e consumidores.

Postado por ELSON às Sábado, Julho 23, 2011

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